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TEMA: Políticas
de Gestão do Corpo Docente das IES
Uma Instituição
de Ensino Superior (IES) evolui, se adapta às mudanças e
garante a qualidade e o aprimoramento de seus processos e resultados acadêmicos,
por meio de seus professores, nos quais se concentram, explicitamente,
a maioria das exigências formais dos órgãos oficiais
e isso vem sendo entendido pelas IES, principalmente as chamadas instituições
privadas, que parecem preocupadas em como atender esses requisitos, nesses
tempos de alta concorrência e necessidade de baixar custos.
O problema não é só ligado ao desempenho pedagógico
e à política de capacitação, mas é,
também, à questão do financiamento - instituições
privadas de ensino superior vivem de mensalidades e, ainda, são
limitadas pelo poder aquisitivo do povo brasileiro - e ao peso financeiro
exigido para atração e manutenção de um corpo
docente qualificado e motivado, que nem sempre resulta em um ensino de
qualidade e indicadores comprovadamente positivos.
Grandes riscos podem existir, por exemplo, em uma decisão que parta
do princípio de que a qualidade é garantida pela titulação
do docente, ou, ingenuamente, da diretriz de que todos os professores
devem, e podem, ser pesquisadores (com direito a tempo integral), que
essas atividades devem ser remuneradas na base de hora-aula, ou, ainda,
que é possível, seriamente, atingir número expressivo
de professores em tempo integral, com impacto positivo na qualidade acadêmica,
sem projetos adequados e infra-estrutura de apoio compatível.
Mesmo as IES mais tradicionais demonstram dificuldades no controle e otimização
da atribuição de aulas e, principalmente, de avaliação
e acompanhamento das atividades de ensino, pesquisa e extensão.
Por tudo isso, as carreiras docentes existentes não são
adaptadas à realidade atual, principalmente no setor privado, que
acaba por reproduzir o modelo público, a não-valorização
do ensino e a falta de previsão / contenção de impactos
orçamentários.
Os problemas da gestão do corpo docente, no setor privado - e de
todos os outros dela decorrentes - são muitos e exigem, para serem
reduzidos, que os dirigentes estejam preparados, atualizados e cooperativos
no sentido de trabalhar institucionalmente questões que precisam
ser discutidas com o devido enfoque, adaptado às IES, tais como:
-
Quais
são os principais problemas e as principais políticas
de organização do corpo docente de uma IES?
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Qual é
o papel da titulação no ensino superior? Todos os professores
deveriam ter mestrado e doutorado? Como conciliar titulação
e experiência profissional?
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Qual é
o papel e quais as responsabilidades do Coordenador de Curso e dos Colegiados?
-
Como planejar
a composição do corpo docente?
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Como organizar
a pesquisa e a extensão se os professores são contratados
por disciplina, para o ensino?
-
Como exigir
qualificação docente diante de tantas dificuldades? Quais
as políticas para o corpo docente de diferentes tipos de instituição?
-
Criar
um mestrado é uma boa solução para capacitar os
próprios professores?
-
O que
é e como implantar uma Carreira Docente capaz de atender os objetivos
institucionais?
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Como avaliar
o desempenho docente, inclusive pelos alunos, utilizando os resultados
com conseqüências positivas para a melhoria do ensino?
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Como avaliar
o desempenho dos docentes na pesquisa e na extensão?
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Como otimizar
e controlar o orçamento acadêmico? Como pagar o Tempo Integral?
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Como introduzir
incentivos variáveis na remuneração docente?
-
Como as
IES estão contratando, remunerando, capacitando, avaliando e
promovendo seus professores?
Para mais informações, entre em contato conosco pelo telefone (11) 4796 2811,
ou envie uma mensagem loboea@loboeassociados.com.br |
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